Nº 001 — O Estúdio
Um estúdio fundado sobre a ideia de permanência
O Marmoré nasceu em Ouro Preto com a convicção de que acervos pessoais merecem o mesmo cuidado que os grandes patrimônios históricos recebem.
← Voltar ao inícioNº 002 — Sobre o estúdio
Como surgiu o Marmoré
O Marmoré foi fundado em Ouro Preto com um propósito claro: oferecer para famílias o mesmo tipo de atenção curatorial que museus e arquivos históricos dedicam ao patrimônio público. A ideia surgiu de uma pergunta simples — por que acervos particulares são tão frequentemente dispersos, sem registro, sem contexto?
O fundador do estúdio, com formação em história da arte e anos de trabalho em catalogação de coleções, percebeu que a maior parte das famílias com acervos significativos não sabia por onde começar. As peças estavam guardadas em caixas, as fotografias empilhadas sem identificação, os documentos misturados com papéis cotidianos.
O trabalho do Marmoré não é de restauração nem de avaliação de valor monetário. É de organização, descrição e preservação cultural. Conduzimos projetos com método, linguagem acessível e respeito pelo ritmo de cada família — sem pressa, sem julgamentos.
Em Ouro Preto, cidade que vive sob a presença constante de seu patrimônio material, o estúdio encontrou o contexto certo para essa vocação. Cada calçada, cada parede, cada peça arquitetônica da cidade é um lembrete de que o que se preserva, permanece.
Fundação
2019
Ouro Preto, Centro Histórico
Projetos concluídos
140+
Acervos catalogados em MG
Foco
Adultos 40+
com acervos familiares
Visão
Que cada família possa transmitir seu patrimônio com clareza — acompanhado de registro, contexto e cuidado.
Missão
Oferecer curadoria de acervos pessoais com método museológico adaptado, linguagem acessível e postura de respeito ao cliente e ao seu acervo.
Valores
Discrição, precisão descritiva, respeito às histórias pessoais e permanência dos registros produzidos.
Nº 003 — Equipe
As pessoas do estúdio
Rafael Carvalho
Curador-fundador
Formado em história da arte, com especialização em catalogação de acervos. Conduziu projetos em museus regionais antes de fundar o Marmoré.
Beatriz Mendonça
Curadora associada
Especialista em documentação fotográfica e arquivos familiares. Responsável pela coordenação das visitas curatoriais e produção dos relatórios.
Luís Pacheco
Edição e produção editorial
Responsável pela edição e composição dos volumes físicos entregues aos clientes. Diagramação com referências da cultura gráfica mineira.
Nº 004 — Padrões de trabalho
Como conduzimos cada projeto
Protocolo catalográfico
Cada item é descrito com ficha padronizada — título, tipologia, data, estado de conservação e contexto. O modelo é adaptado do padrão usado em acervos museológicos.
Privacidade do acervo
Nenhuma imagem, descrição ou informação de projeto é divulgada sem autorização prévia e por escrito do cliente. Os dados são armazenados com segurança e sob a LGPD.
Materiais arquivísticos
Quando indicado, recomendamos materiais de armazenamento com pH neutro e livres de ácidos. Os membros do estúdio têm acesso a esses materiais com preço de custo.
Redação descritiva cuidada
As fichas e relatórios são redigidos em linguagem clara, sem jargão técnico excessivo. O cliente deve conseguir ler e entender cada item catalogado sem dificuldade.
Revisão colaborativa
Antes da entrega do volume final, o cliente revisa todas as fichas e pode solicitar ajustes. O catálogo só é impresso após aprovação completa.
Entrega dupla — físico e digital
O projeto de catalogação resulta em volume impresso encadernado e arquivo digital em PDF/A — formato adequado para armazenamento de longa duração.
Nº 005 — Sobre curadoria de acervos
Curadoria de acervos pessoais: o que é e por que importa
Curadoria de acervos pessoais é o trabalho de organizar, descrever e registrar objetos, documentos e fotografias com valor de memória familiar. Ao contrário do que muitos imaginam, esse processo não exige que as peças tenham valor de mercado reconhecido. O critério que orienta o trabalho é outro: o significado que aqueles objetos têm para a família que os guarda.
Na prática, o curador percorre o acervo junto com o cliente, identifica cada item, produz descrições precisas e organiza tudo em um sistema de fichas que permite localizar e contextualizar cada peça no futuro. O resultado é um catálogo — documento que permanece com a família e serve de referência para as gerações que vierem depois.
Em Minas Gerais, onde a relação com o patrimônio histórico faz parte da identidade cultural, a curadoria de acervos pessoais encontra terreno especialmente fértil. Muitas famílias da região guardam peças com décadas ou séculos de história — e esse patrimônio, sem registro adequado, corre o risco de perder seu contexto com o passar do tempo.
O Marmoré atende adultos a partir de 40 anos que estão em um momento de vida em que pensar na transmissão do acervo familiar faz sentido. Nossa abordagem é educativa, cultural e não regulada — não emitimos laudos técnicos de valor monetário nem atuamos como leiloeiros ou avaliadores formais.
Nº 006
Pronto para começar a organizar seu acervo?
Uma conversa inicial não leva mais de 30 minutos — e já permite ao curador entender o volume e o estado do seu acervo para indicar o serviço mais adequado.
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